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sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Não estou nada bem...

Dei por mim a ouvir músicas do Pablo Alborán no Youtube pelo segundo dia consecutivo. Internem-me. JÁ!

domingo, 4 de dezembro de 2011

Meu deus, dai-me paciência!

Imagem roubada na net

O regresso à minha aldeia natal é sempre psicologicamente desgastante. Quem viu uma parte do meu crescimento sente-se, ainda agora, no direito de dar palpites sobre o que desconhece, sobretudo sobre a minha vida particular.

Há uns tempos, ouvi o argumentário pró-casamento: casar traz outro respeito do homem (marido) e da sociedade em geral em relação à mulher; para cada tacho há sempre um testo, por isso é natural que as pessoas se casem; e já é mais que tempo porque a idade não perdoa. Hoje, à saída da missa, em pleno adro da igreja, sugeriram-me ser mãe solteira!

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

A net ainda é um serviço de luxo


Desde que regressei das mini-férias, tenho estado sem internet casa. A operadora que eu usava – porque tinha rede aceitável em zonas onde as outras não têm – deixou de fornecer o serviço. Ando neste momento a olhar para tarifários, mas parece-me tudo igual e muito caro.

Durante muito tempo resisti a ter net em casa, como agora resisto a instalar a tv por cabo (acho que não se justifica ter porque passo muito pouco tempo em frente à televisão). Agora, admito que a internet me faz falta. Muita falta. Tenho saudades sobretudo dos blogues que costumo acompanhar...

Depois deste período de embate com a realidade, sinto falta da "normalidade" perdida. Mas, ao mesmo tempo, dei por mim a pensar que se calhar até não era má ideia voltar ao ginásio e a pegar nos livros. Sim, é verdade, já me perguntaram se estou doente por andar com pensamentos tão "exóticos"... Pelo sim, pelo não, vou esperar mais um bocado, para não gastar dinheiro à toa em inscrições motivadas por ideias passageiras...

terça-feira, 22 de março de 2011

O que é que isto significa?

Antigamente, sonhava que fazia um enorme esforço para tentar apanhar o comboio. Agora, sonho que faço um enorme esforço para sair do comboio na paragem que eu quero. Sinais dos tempos, suponho.

(Também é verdade que sonho com o Expresso do Oriente, o transiberiano, a rede ferroviária dos Himalaias de Darjeeling... mas esses são daqueles sonhos de olhos abertos!)

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Terei cometido alguma gaffe?!


Esta é uma mala da Aldo, da colecção Outono/Inverno 2008/09 (se não me engano). Acho-o muito prática porque é grande, mas sem parecer que transporto a casa às costas, o que dá jeito em determinadas situações. E, apesar da idade, ainda está aí para mais umas curvas. 

Eu andava toda feliz com esta mala, uma das minhas "escolhas acertadas", até que o meu interlocutor passou a reunião toda a olhar fixamente para ela, com ar de caso. Não ousei perguntar-lhe o motivo, mas que fiquei intrigada, lá isso fiquei.

Eu achava que já nada me surpreendia...

... Até ver um adulto cinzentão a desenhar corninhos numa fotografia do Sócrates.

sábado, 22 de janeiro de 2011

O que é que falta inventar?



Já havia batatas fritas "do forno", Super Bock com sabor a maçã e agora há margarina Planta a saber a manteiga...

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Desta vez não era um porco a voar!

Há pouco vi um Dálmata com um cachecol ao pescoço. É verdade que ficava estranho, mas não ficava tão ridículo com os caniches aos quais as donas vestem coisas idiotas. Aqui notava-se que era uma genuína preocupação dos donos com o bem-estar do cão, para que ele não apanhasse frio. Atrás do cachorro seguia um casal de braços dados, igualmente de cachecol e gorro, no seu passeio a três após o jantar. Pareceu-me uma família feliz.