Gosto na Natura. Tenho algumas peças de roupa da marca, sandálias e um creme de mãos com um delicioso cheiro a coco.
Como neste momento está com uma promoção de 30% de desconto em alguns artigos, para clientes portadores do cartão, resolvi ir ver o novo site.
Despertou-me a curiosidade a parte dos "tamanhos grandes", coisa rara em marcas "fashion". Ao olhar para as imagens, fiquei com uma dúvida: o que é que são tamanhos grandes?
Compreendo perfeitamente algumas pessoas que, em determinado momento, pegam numa arma e desatam aos tiros. Por estes dias teria sabido muito bem ter um FGM-148 Javelin à mão...
Já passou mais de um mês desde o dia em que me propus passar 30 dias sem comprar sapatos. Foi um mês tão louco que mesmo que quisesse não ter teria tido tempo para isso. Agora, é altura de pensar em sandálias (nas fotos Carmen Steffens), mas este mês continua igualmente louco...
Há alturas em que uma mulher tem de ter peito para reconhecer o óbvio: a gaveta da roupa interior precisa de ser regularmente renovada. Eu apercebi-me disso quando, ao procurar um soutien velho para entregar na campanha da Intimissimi (dão 3 euros pelo soutien velho na compra de um novo), dei por mim a ter muito por onde escolher! E assim começou a revolução na minha gaveta...
Nunca tinha ouvido falar na Kiko - Make Up Milano até me esbarrar com uma loja da marca que tem batons e vernizes a 2,5€ e cremes e outros produtos a preços muito acessíveis. Dei apenas uma vista de olhos muito rápida e achei interessantes algumas das cores dos batons e dos venizes mais baratos. O preço é convidativo, mas será que os produtos prestam?
Actualização: Segundo o site da marca, em Portugal, existem lojas no Braga Parque (Braga), Espaço Guimarães (Guimarães), Via Catarina (Porto) e Fórum de Sintra.
Tive o meu primeiro desafio profissional na terceira classe: faltava-me desempenhar uma tarefa para obter a última bolinha verde (a nota máxima) numa lista de missões que todos tínhamos de desempenhar. Nem a professora nem os meus colegas acreditavam que eu conseguisse. Eu discordava da tarefa – e ainda hoje acho que era absurda –, mas contra todas as expectativas lá consegui a bolinha verde.
Desde essa altura que levo o trabalho muito a sério. Se algum dia me puserem a lavar as casas de banho, as minhas terão de estar sempre limpas e perfumadas. Mas, tal como quando tinha oito anos, nunca deixarei de discordar das coisas absurdas com que o dia-a-dia nos brinda.
Os meus dias andam tão complicados e chatos que até já perdi a conta ao tempo que falta para poder voltar a comprar sapatos! Entre o trabalho e o trabalho não tem sobrado tempo para mais nada. Nos únicos minutos que tive livres, e já que estava nas imediações, fui confirmar que era capaz de trazer uma boa parte da loja Uterqüe para casa.
Cá em casa, está aberta a época oficial das saladas. E para começar, algo muito simples: alface, agriões, camarão, frango, ovo, azeitonas, queijo, bacon, chouriço aos bocadinhos, tudo temperado e polvilhado com coco. A seguir, como sobremesa, vem agora o trabalho!
Há alturas que em que fazemos o trabalho a correr. E outras em que corremos no trabalho. Eu ando numa fase em que corro desvairadamente. Vai daí resolvi usar o calçado adequado para esta etapa: uns sapatinhos super-confortáveis da Trafaluc. Na linha do que aconteceu com as malas, em que consegui ficar sem três de uma vez, agora estraguei os sapatos à segunda utilização. Será muito tolo pensar em comprar outro par se ainda houver quando acabar o meu mês de degredo sem sapatos novos?
Actualização: Nada a apontar à qualidade dos sapatos. A culpa deste azar foi inteiramente minha: meti os pés onde não devia! Depois de olhar para eles à luz do dia, tenho agora a esperança de ainda conseguir tirar as manchas e recuperá-los para mais umas longas e felizes caminhadas. Preciso de sugestões sobre a melhor forma de tirar a sujidade destas peles tipo camurça...
Obrigada pelas sugestões. Nem me tinha lembrado que os saldos estão à porta. E ter uns sapatos confortáveis ao pé é uma grande ideia.
Descobri que sou praticamente uma sem malas. O meu gato-Bin Laden resolveu usar as suas lindas e fortes unhas numa mala quase nova. Entretanto, uma mala que eu adoro tem as alças a descascar por excesso de uso. E as alças de outra com pouco uso estragaram-se sozinhas durante o Inverno (maldita humidade!)... Com tanto sofrimento, acho que merecia uma Prada!
O desafio de não comprar calçado durante um mês está a correr bem: não há sapatos novos cá em casa e nem sequer fui espreitar a Zilian, apesar de ter passado pelas imediações. Mas o problema de encontrar roupa adequada às minhas indiossincrasias persiste. Estas peças da Gant iam ficar tão bem no meu armário...
Às vezes, a vida prega-nos rasteiras, tira-nos o tapete debaixo dos pés. Estalamo-nos, mas reerguemo-nos. Pegamos nos cacos, colamos tudo muito coladinho e seguimos em frente. Mas as mazelas ficam. E doem quando menos se espera.
Preciso de comprar roupa, mas não está fácil. Nada me serve, nada me fica bem. Em compensação, preciso de deixar de comprar sapatos. Por isso, decidi seguir o desafio que a Fashionista superou com sucesso de 30 dias sem compras, mas adaptado à minha realidade: proponho-me a 30 dias sem comprar calçado. Hoje é o dia 1.